Esta cachorrinha salvou um bebê de morrer no frio de uma forma inacreditável. O que ela fez te levará as lágrimas

O amor de uma mãe pelo seu filho é algo inexplicável, ela faria tudo para o bem estar de seu filho, ela seria capaz até mesmo de sacrificar pela vida de seu filho.

O amor fraternal é tão forte, que ultrapassa os lanços de sangue entre as pessoas, como no caso de filhos adotados. O sentimento está no coração, mesmo porque a adoção é uma prática comum, tanto entre os humanos, como entre os animais.

A história dessa cachorrinha é algo inacreditável, que demostra mais uma vez que não podemos duvidar dos instintos maternos e que assim como os humanos, os animais também possuem sentimentos.

Alejandra Griffa, que mora em um bairro nos arredores de La Plata, na Argentina, ouviu um choro abafado que vinha de um estacionamento que ficava ao lado de sua casa. Era agosto de 2008.

Intrigada com o choro, ela decidiu checar o que estava acontecendo. Ela também ouviu ruídos de cachorro e ao se aproximar da cachorra que estava protegendo seus filhotes, Alejandra notou que havia algo a mais.

Quando Alejandra se aproximou, viu algo que a deixou incrédula e desesperada; a mão de um bebê. Imediatamente ela pegou a criança que aparentava ter horas de vida e se dirigiu para o hospital mais próximo.

O bebê havia sido abandonado pela mãe e certamente morreria de frio. Era inverno, mas pelo ato amoroso da cachorra, que atende pelo nome de La Chica, a criança foi salva.

La Chica, cuidou do bebê como se fosse um de seus filhotes e o aconchegou do frio rigoroso que fazia naquela época. Segundo informações da polícia local, aparentemente a cachorrinha carregou a criança por cerca de 50 metros do local onde sua mãe o abandonou e o aninhou junto com seus filhotes.

O chefe de polícia Daniel Salcedo disse que: “Ela o tomou como um cachorro e o resgatou. Os médicos nos disseram que se ela não tivesse feito isso, ele teria morrido”.

Segundo informações da CNN, na manhã seguinte, a mãe da criança foi conduzida por um vizinho ao hospital e disse às autoridades que a criança era dela. Maria Ludovica tinha 14 aos quando teve o bebê e não recebeu atenção durante toda a gravidez. Os médicos disseram que ela teve o bebê em casa, sem assistência médica. Segundo informações dos médicos, ela sofria de depressão gravíssima e ao chegar no hospital, foi encaminhada imediatamente para tratamento psicológico.

Quanto a cachorra heroína, não conseguimos informações de como ela está hoje, mas se ainda estiver viva, deve ser uma bisavó, ou até mesmo tataravó. No entanto, independente do tempo que o fato ocorreu, ainda hoje ela continua sendo um belo exemplo de amor e cuidado incondicional, e a prova máxima de que os cachorros são, sem dúvidas nenhuma, os melhores amigos do homem.