Professora resolve adotar aluno com mau comportamento e seu irmãozinho ao ver suas condições

Chelsea Haley viu sua vida mudar enquanto dava aula no Teach For America, em 2013. Foi nessa época que ela conheceu o aluno Jerome Robinson, do quarto ano. Ele era um estudante problemático e foi suspenso várias vezes por mau comportamento.

Mas, eles dois acabaram desenvolvendo um vínculo e todos os outros professores, quando tinham problemas com Jerome, o mandavam para Chelsea. Embora o comportamento do menino quase a tenha feito desistir do programa de ensino, ela recebeu muitos agradecimentos dos outros professores. Quando sua experiência de dois anos no programa acabou, ela foi convidada a ‘ficar por perto’ por causa de Jerome.

A vida do garoto não era nem um pouco colorida. Ele morava com seu irmãozinho pequeno, Jace, em uma situação de grande pobreza. Eram seus avós e mãe biológica que cuidavam deles. De acordo com a CNN, a família tinha sofrido a perda recente de dois parentes e as dificuldades apenas aumentaram.

Numa noite, ela sonhou que Deus lhe dizia que ela estava destinada a ser mãe de Jerome. Mas, ao acordar, riu da ideia. Ela pensava que a ideia era absurda. Mas, em um dia incomum, o menino chegou com um papel para Chelsea, perguntando-a se poderia viver com ela. Sua atitude foi ir na mãe do garoto no dia seguinte para conversar.

A mulher autorizou Jerome a se mudar, visto suas condições. Mas, pediu que Jace fosse junto. Em alguns meses, Chelsea conseguiu adotá-los e agora a família mora em Marietta, na Geórgia, Estados Unidos.

Chelsea contou à CNN:

seu oitavo ano até o momento.
Nunca pensei que seria uma mãe solteira aos 24 anos, especialmente de dois meninos, um dos quais era meu estudante de 12 anos. E o outro que tinha apenas um ano e meio.
Eu não trocaria isso por nada.”, conta.

O comportamento do menino melhorou muito e agora ele planeja um dia cursar a faculdade. A atitude de Chelsea foi incrível e inspiradora. Ela viu algo a mais em Jerome e decidiu fazer a diferença na sua vida.

Foto: Reprodução/ Facebook